Eles se c.... de medo de Ricardo Coutinho




 Tião Lucena
Ricardo Coutinho mete medo nos adversários.Tanto mete que estão se juntando para impor ao governador uma derrota nas eleições deste ano. E é porque o governador não é candidato a nada.Ele é apenas o governador do Estado, reeleito no memorável pleito em que  derrotou o até então invencível Cássio Cunha Lima.
E por causa desse medo, juntam-se cacarecos, panelas, vasilhames e o escambau. Não importa nada além de derrotar, ou pelo menos tentar derrotar o governador.
É medo demais, minha gente! Coisa que dá na vista. Agora mesmo vejo no blog de Fabiano a senhora Lauremília Lucena anunciar que o PSDB abre mão de indicar o candidato a vice na chapa de Luciano Cartaxo em nome de um chapão reunindo PSDB,PMDB e PSD já no primeiro turno.
Mas as pesquisas não indicam Cartaxo eleito no primeiro turno? Pra que ter medo, então, da candidata do governador?
Das duas, uma, ou duas mesmo, vá lá que seja: Essas pesquisas não foram feitas dentro dos rigores da honestidade, ou então nem os beneficiados confiam nelas. E o medo que sentem do governador é maior do que qualquer tipo de número fabricado em pesquisa. 
Mas,falando em medo, por que tanto medo desse homem sem tradição política, sem pai político, sem pedigree político? 
Hão de dizer que o medo não existe. Existe. E ele decorre exatamente do ser diferente que é Ricardo Coutinho. 
Nascido e criado em Jaguaribe, de origem pobre, vendedor do leite que o pai tirava das poucas vacas que tinha, nas portas das casas do seu bairro, Ricardo cresceu na vida sabendo o que é dificuldade.Aprendeu a lutar e a valorizar o semelhante.Quando teve a oportunidade de governar, governou para o povo, ouvindo o povo, fazendo o que o povo pedia.Aí está a diferença dele para os outros: enquanto ele governa para o povo, outros governavam para grupos familiares, pensando exclusivamente na engorda das próprias finanças. 
Por isso o medo.Ricardo mete medo a quem não prima pela boa política, a quem só dá valor a conchavo, a arrumadinho e a pouca vergonha.