Subornaram a mulher que denunciou Dom Aldo

Tião Lucena, 08 de Julho de 2016 às 05:53


A Igreja, que deveria dar o bom exemplo aos pecadores que estão precisando das suas orações, tem sua máfia, e uma máfia que não difere em nada daquela que suborna e comete todo tipo de crime. No caso do Arcebispo Dom Aldo Pagoto, por exemplo, gente de dentro da igreja está sendo acusada de subornar uma mulher para dizer que o arcebispo era chegado a um rapazinho taludo. Veja esta matéria publicada num blog católico, que se intitula "Bento XVI" e que trata do caso da denúncia e do suborno confessado pela própria mulher à Polícia.

Autora de denuncia contra Dom Aldo recebeu dinheiro para mentir

 
 
Mariana José Araújo da Silva, suposta autora da carta que denuncia atos homossexuais dentro da Arquidiocese da Paraíba, envolvendo o arcebispo Dom Aldo Di Cillo Pagotto, negou qualquer relação com o conteúdo do documento, em depoimento ao delegado responsável pelo caso, Antonio Brayner, no último mês de agosto.
No depoimento, apesar de admitir que assinou a carta, Mariana José negou a autoria e afirmou não conhecer as pessoas ou personagens criadas na denúncia. A mulher ainda afirmou ser muito ingênua, que estaria sendo manipulada por outras pessoas que têm a intenção de manchar a imagem do Arcebispo e que recebeu dinheiro para ir adiante com essa denúncia.
Entenda o caso – Mariana teria escrito uma carta denunciando que atos homossexuais dentro do Palácio do Bispo. No documento, ela detalhava que o Arcebispo e outros padres mantinham relações e comportamentos libidinosos no local.
A carta explica que ela teria tomado conhecimento desses atos por meio da denúncia de um jovem que estava perturbado e que precisava desabafar. Segundo a carta, esse rapaz teria se envolvido com Dom Aldo.
De acordo com o documento, o jovem estava desiludido e contou tudo o que ocorria no local e Mariana, por sua vez, teria se sentido na obrigação de expor esses acontecimentos, por isso publicou a carta.
 
 A Matéria acima foi publicada em 27/10/15 no Portal MaisPB, o julgamento do caso será dia 14 deste mês de Julho do ano de 2016.