Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio-2016

Cerimônia realizada no Estádio do Maracanã, marca o início da competição, que terminará no dia 21 de agosto


O “Washington Post” diz em sua chamada que o “Rio traz seu estilo sambista à cerimônia de abertura da Olimpíada de Verão”. O jornal lembra das dificuldades e más notícias nas preparações para os Jogos, mas conclui que “por uma noite, ao menos, o Rio de Janeiro expôs o que faz de melhor. Este é um país especialista em folia, que todos os anos enche suas ruas com uma alegria inebriada, dançarina de quem beija estranhos no Carnaval. A batida do samba, as plumas e lantejoulas, as modelos e atletas: os brasileiros se prepararam para a cerimônia de abertura durante anos”.


O “New York Times” narrou a cerimônia de abertura em tempo real, através de seus enviados especiais ao Rio e espaço para comentários, inclusive com alguns brasileiros explicando a leitores de outros países o contexto de alguns trechos e homenagens.


O texto do jornal sobre a cerimônia, assinado por Simon Romero, afirma que "a cerimônia de abertura dos Jogos disfarçou feridas brasileiras por algumas horas e deixou o país celebrar sua história". Escreve também que "se há uma nação que precisa de um espetáculo inspirador neste momento, mesmo em forma de um exercício de relações públicas, é o Brasil".

Romero cita que o Brasil é o primeiro país sul-americano a receber a Olimpíada, em uma supreendente combinação de turbulência política e instabilidade econômica - sem se esquecer de citar a epidemia do vírus da zika, das águas poluídas e dos cortes no orçamento "tão profundos que as operações básicas tornaram-se tensas".

O correspondente do "New York Times" citou Alberto Santos Dumont como "o aristocrata bon vivant que brasileiros creditam ter inventado o avião" e elogiou o "orçamento-consciente" da cerimônia - que mesmo assim foi de "bom gosto" e "deslumbrante". Ele fez um contraponto com as cerimônias dos Jogos de Verão de Perquim (2008) e de Inverno de Sochi (2014), que China e Rússia usaram como uma "demonstração de força".


O argentino “Clarín” anuncia em sua manchete que o “Rio vibra com uma festa repleta de música, cores e esporte” e elogia a cerimônia e a cidade “por suas cores, por seus fogos de artifício, por sua música, por sua gente, pelo Cristo Redentor, aliás ao fundo como perfeito protetor, ícone universal de uma cidade na qual cabem vários mundos”.


O britânico “The Guardian” também optou por uma cobertura em tempo real, e fez uma brincadeira mencionando um dos integrantes do grupo One Direction ao anunciar a entrada da delegação da Grã-Bretanha, “liderada por Andy Murray, o maior britânico vivo (aceite essa, Harry Styles)”.

Em suas considerações finais, o "Guardian" afirmou que a cerimônia da Rio 2016 foi "um interessante contraste com as últimas duas cerimônias de abertura". "O tema de Pequim 2008 foi a China é grande, o de Londres 2012 foi a Grã-Bretanha FOI grande. O tema de hoje? É melhor nós começarmos a fazer algo sobre o mei-ambiente ou nós talvez não tenhamos muitas Olimpíadas para celebrar no futuro".

O jornal citou a imagem do Cristo Redentor com o Maracanã ao fundo e os fogos de artifício iluminando-o: "Que visão". E elogia a "bela escultura giratória" que fica atrás da pira olímpica.

Fogos de artifício explodem durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã
 Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã
 Uma réplica do avião 14 Bis é visto durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 Cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 A modelo Gisele Bündchen desfila no estádio do Maracanã durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016

 Brasil é a última delegação a entrar na a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã
 Delegação brasileira entra com a atleta Yane Marques carregando a bandeira durante a  cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã


 Brasil é a última delegação a entrar na a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã
 Os cantores Gilberto Gil, Anitta e Caetano Veloso durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã
 o ex-maratonista Vanderlei Cordeiro acenda a pira olímpica no Maracanã

 A pira olímpica é erguida durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 Fogos de artifício explodem durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã


 Bandeira olímpica é hasteada durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 Fogos de artifício explodem durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

 Delegação brasileira é a última a entrar no Maracanã, durante cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016


Fogos de artifício explodem durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, no estádio do Maracanã

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