ONG emite Nota de Esclarecimento sobre a situação do Museu do Gonzagão em Exu, no Sertão de Pernambuco

Marcelo Carvalho
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NOTA DE ESCLARECIMENTO
Nos últimos dias, tem sido motivo de grandes especulações, uma notícia que foi veiculada nos canais de comunicação sobre a situação do Parque Aza Branca.
Viemos prestar alguns esclarecimentos sobre o fato, a fim de que, os que estão, realmente preocupados, acalmem-se e os de mente “insana” façam seus julgamentos.
O Parque Aza Branca, nunca recebeu e nem recebe qualquer ajuda financeira, de qualquer órgão público ou privado, para a sua manutenção. Mantém-se com o dinheiro dos turistas que visitam o museu e com a venda de artesanatos no Bazar.
Esse dinheiro foi sempre suficiente para pagamento da folha mensal de 10 funcionários, do INSS, FGTS e de todas as contas de água, energia, telefone, internet, além de inúmeras despesas ocasionais. Todos os prédios são muito velhos e necessitam de consertos e reparos permanentes.
Nos últimos tempos, o fluxo de turismo caiu muito, as vendas da lojinha estão muito baixas e a arrecadação não está sendo suficiente para pagar todas as despesas mensais. Temos uma reserva de dinheiro na conta bancaria da ONG e estamos, há mais de seis meses, usando essa reserva para complementar os pagamentos mensais. Não sabemos se essa “crise” demorará por muito tempo e tememos que o dinheiro, que há em caixa, se acabe. Daí nossa preocupação.
Não há nenhum alarde nisso, é apenas uma previsão nossa, mas o nosso espírito de luta e de amor à cultura gonzagueana supera qualquer dificuldade e vence toda a maldade daqueles que usaram a referida notícia para tripudiar com a maledicência e a irresponsabilidade, que os acompanham, como guias de seu caráter leviano.
A ONG Parque Aza Branca é uma instituição idônea, possui uma Diretoria, um Conselho Fiscal, um Conselho de Ética e é responsável direta por tudo que aqui acontece, mas achamos por certo dividir esse problema com aqueles que têm dignidade, que são amantes da Cultura Gonzagueana e têm ,realmente, respeito pelo Museu Gonzagão.