Dilma saiu, o Senado ruiu, Lewandovsky traiu, e agora José? – Por Gilvan Freire


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O país volta ao rumo zero, um lugar inseguro e nebuloso onde está metido há algum tempo. Tudo é culpa das eleições de 2014 e do lulopetismo que infectou a vida pública brasileira, impossibilitando eleições limpas e a transparência política.
Estamos até impedidos de saber se a Constituição vale o que diz, porque ela está tão gravemente agredida e vilipendiada pelos que a fazem que a sua interpretação também depende de interesses imediatos e escusos dos que devem cumpri-la. Há, claramente, um concluiu da elite dirigente do país para impor ao povo uma Constituição Cidadã perante a qual somente os fracos são obrigados a obedecer. O Brasil entrou na bancarrota moral.
O Senado fez ontem não o julgamento de Dilma e sua decomposição política, mas o enterro da Carta Magna e sua incineração solene, sob aplausos dos cínicos e a revolta dos poucos homens públicos que ainda sentam ali. A sessão final pareceu no todo como o eco daquele coro iniciado por Lindemberg Farias e outros aloprados petistas : CANALHAS… CANALHAS …!!!
Está judicializado agora o processo de impeachment, que chega cedo ao STF como quase tudo que não se resolve bem nos demais poderes. Mas o Supremo irá julgar um ato de Lewandovsky, mentor do golpe que cremou a Constituição do Brasil em acerto com Renan Calheiros, o alquimista. Dilma parece mais inocente do que eles.
Fonte: Gilvan Freire